TB: Nessa disputa PMDB x PT se estabeleceria um confronto nítido nos palanques. Então, na discussão de uma nova aliança, passaria algum acordo para 2010?
GVL: Eleição de 2008 é eleição de 2008. O que está em jogo agora são os interesses de Salvador. Passaria por um projeto para 2008, para agregar propostas de quem não tivesse no segundo turno. 2010 é 2010.
TB: Queria que o senhor explicasse para o eleitor, como é um embate em palanques distintos entre PT e PMDB? Como é que vocês vão administrar isso?
GVL: Antonio Carlos, quem era adversário dele, ele usava a tática nazista. Ele era uma figura diferente do filho Luís Eduardo, que sabia conviver com as divergências. Ele usava todo o poderio que conquistou na ditadura para criticar a honra das pessoas. O debate que está se travando é político, de idéias. Eu fui adversário do presidente Lula, porque as urnas da Bahia assim determinaram. Quando as urnas da Bahia sinalizaram em outra direção, e o presidente Lula teve tamanha dimensão, nos compusemos.
TB: Como está o PMDB baiano, o seu crescimento vai atingir a expectativa projetada?
GVL: Não tem projeção nenhuma. A nossa visão é que estamos instalados em quase todos os municípios da Bahia, com 280 candidatos a prefeito, sendo recebidos em todas as regiões, onde podemos dizer as nossas mensagens, nossas idéias, o que nós estamos fazendo. O PMDB cresceu, está enraizado em todo o Estado, sai da eleição fortíssimo e terá um papel fundamental na definição dos rumos da Bahia em 2010.
TB: O PMDB está tendo dificuldade em algumas cidades que considerava como estratégicas como Juazeiro, Itabuna, Feira de Santana...
GVL: Nós não estamos preocupados em saber se não estamos bem ali, ou se estamos bem em Jequié. Isso é mais especulação da imprensa, que alguns ficam fazendo, são os chamados politicólogos. Eu não sou contabilista da política, eu sou político. Portanto, o que vai acontecer na eleição, vamos ganhar algumas e perder outras e a vida continua.
GVL: A partir daí está tudo em aberto. Vamos ver 2010 chegar.
TB: Diálogo com todos os partidos...
GVL: Diálogo com todo mundo, conversa com todo mundo, candidaturas a qualquer coisa, sendo que a minha prioridade é a maturidade para manter a aliança com o governador. Mas, se não for possível, com muita lealdade, estaremos em campos opostos. Depende muito mais do governador do que deste pobre ministro de Estado..
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OBS: Entrevista concedida ao jornal "Tribuna da Bahia".
GVL: Eleição de 2008 é eleição de 2008. O que está em jogo agora são os interesses de Salvador. Passaria por um projeto para 2008, para agregar propostas de quem não tivesse no segundo turno. 2010 é 2010.
TB: Queria que o senhor explicasse para o eleitor, como é um embate em palanques distintos entre PT e PMDB? Como é que vocês vão administrar isso?
GVL: Antonio Carlos, quem era adversário dele, ele usava a tática nazista. Ele era uma figura diferente do filho Luís Eduardo, que sabia conviver com as divergências. Ele usava todo o poderio que conquistou na ditadura para criticar a honra das pessoas. O debate que está se travando é político, de idéias. Eu fui adversário do presidente Lula, porque as urnas da Bahia assim determinaram. Quando as urnas da Bahia sinalizaram em outra direção, e o presidente Lula teve tamanha dimensão, nos compusemos.
TB: Como está o PMDB baiano, o seu crescimento vai atingir a expectativa projetada?
GVL: Não tem projeção nenhuma. A nossa visão é que estamos instalados em quase todos os municípios da Bahia, com 280 candidatos a prefeito, sendo recebidos em todas as regiões, onde podemos dizer as nossas mensagens, nossas idéias, o que nós estamos fazendo. O PMDB cresceu, está enraizado em todo o Estado, sai da eleição fortíssimo e terá um papel fundamental na definição dos rumos da Bahia em 2010.
TB: O PMDB está tendo dificuldade em algumas cidades que considerava como estratégicas como Juazeiro, Itabuna, Feira de Santana...
GVL: Nós não estamos preocupados em saber se não estamos bem ali, ou se estamos bem em Jequié. Isso é mais especulação da imprensa, que alguns ficam fazendo, são os chamados politicólogos. Eu não sou contabilista da política, eu sou político. Portanto, o que vai acontecer na eleição, vamos ganhar algumas e perder outras e a vida continua.
GVL: A partir daí está tudo em aberto. Vamos ver 2010 chegar.
TB: Diálogo com todos os partidos...
GVL: Diálogo com todo mundo, conversa com todo mundo, candidaturas a qualquer coisa, sendo que a minha prioridade é a maturidade para manter a aliança com o governador. Mas, se não for possível, com muita lealdade, estaremos em campos opostos. Depende muito mais do governador do que deste pobre ministro de Estado..
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OBS: Entrevista concedida ao jornal "Tribuna da Bahia".
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